<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3586423969909892344</id><updated>2011-04-21T12:31:12.490-07:00</updated><title type='text'>História EAD</title><subtitle type='html'>http://historiaead.ning.com/</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3586423969909892344/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>História EaD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17071837245437740328</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_CYJX5yJiqjI/S0R8QLEqsiI/AAAAAAAAAFY/GZ0oyr1eG9Q/S220/log.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>13</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3586423969909892344.post-2531146985132070102</id><published>2009-05-07T17:14:00.000-07:00</published><updated>2009-05-07T17:48:44.959-07:00</updated><title type='text'>Jacques Ellul e a herança cristã de Hobbes</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_CYJX5yJiqjI/SgN6Z4WYelI/AAAAAAAAADs/iK28iQvoGQ8/s1600-h/jaques.bmp"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 359px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_CYJX5yJiqjI/SgN6Z4WYelI/AAAAAAAAADs/iK28iQvoGQ8/s400/jaques.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5333240968778381906" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p&gt;Por Luis H Dreher.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A rebelião dos governados era considerada violência, ao passo que a repressão do Estado devia ser tida como exercício legítimo da “força,” de um poder divinamente outorgado por natureza.&lt;/p&gt; &lt;div class="articlebody"&gt;Jacques Ellul e a herança cristã de Hobbes&lt;/div&gt; &lt;p&gt;A velha teologia política, entendida como teoria-práxis sacralizadora da ordem estabelecida, adotou a versão parcial do mito da violência. Nisso ela seguiu Aristotéles: a rebelião dos governados era considerada violência, ao passo que a repressão do Estado devia ser tida como exercício legítimo da “força,” de um poder divinamente outorgado por natureza. (36) Assim, também para a velha teologia política apenas parte da humanidade podia ser “violenta:” os súditos (geralmente os escravos ou servos) rebeldes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No debate teológico contemporâneo sobre a violência, encontram-se autores que dão um passo além. Sua reflexão pressupõe claramente a universalização hobbesiana do mito da violência. Para o filósofo-teólogo francês Jacques Ellul, que escreveu sua obra básica sobre o tema numa época tumultuada, (37) a violência é o dado onipresente da natureza humana após a queda. Este “após a queda” perfaz a diferença específica de Ellul em relação a Hobbes, ainda que o diagnóstico básico do autor do Leviatã seja adotado:&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_CYJX5yJiqjI/SgN7RiVmj-I/AAAAAAAAAD0/5Wl9yibsu3w/s1600-h/hhhh.bmp"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 174px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_CYJX5yJiqjI/SgN7RiVmj-I/AAAAAAAAAD0/5Wl9yibsu3w/s320/hhhh.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5333241924942204898" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para onde quer que nos voltemos, encontramos a sociedade perpassada pela violência. A violência é sua condição natural, como Thomas Hobbes viu claramente. Ele percebu que o indivíduo tinha de ser protegido contra a violência. Partindo desta premissa, ele chegou à conclusão de que apenas um Estado absoluto, todo-poderoso, que fizesse ele próprio uso da violência, poderia proteger o indivíduo da sociedade. (38)&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para Ellul esta solução hobbesiana (o Estado todo-poderoso) não pode ser aceita. Enquanto que na filosofia imanentista de Hobbes não existe outra alternativa para os membros da máquina social senão a transferência da violência para o Leviatã, Ellul divisa ainda uma outra possibilidade teórica de evadir o monismo da violência. Esta é teológica, consistindo na fé cristã como seguimento da postura de vida de Jesus Cristo. O intercâmbio autêntico com o domínio de Jesus Cristo introduz o ser humano numa nova realidade, o âmbito da liberdade. Em Cristo, o ser humano é recriado em sua condição original, pretendida por Deus. Assim, para o cristão o reino da necessidade é de algum modo abolido, sem nenhum resíduo de dialética ao nível da antropologia. (39)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ellul opina que a violência é o produto natural do mundo afastado de Deus. Ela funciona de acordo com as leis da continuidade, da reciprocidade e da mesmidade. (40) Nessa perspectiva,&lt;br /&gt;a ordem da violência é como a ordem da digestão, da queda dos corpos ou da gravitação. Não faz sentido perguntar se a gravitação é algo bom ou ruim. (41)&lt;br /&gt;A decisão contra a violência é, antes que uma opção ética, a rejeição explícita do mundo da necessidade que se reproduz inexoravelmente na situação pós-queda. A explicação da violência pela “necessidade” imposta pelas circunstâncias, tantas vezes oferecida, não pode arvorar-se em justificação ética. Por outro lado, ela é a prova cabal de que a violência pertence ao mundo da necessidade:&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_CYJX5yJiqjI/SgN_DLwelBI/AAAAAAAAAD8/90UMROoOtIM/s1600-h/gfdd.bmp"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 239px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_CYJX5yJiqjI/SgN_DLwelBI/AAAAAAAAAD8/90UMROoOtIM/s320/gfdd.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5333246076409254930" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por mais curioso que pareça, aqueles que hoje em dia justificam a violência quase sempre argumentam que ela é necessária. Muitas vezes já me disseram: “Mas em última análise, quando a pessoa pobre ou desempregada já não tem mais nada, a não-violência é inútil, ela não pode ajudá-lo; somente a violência pode. Aquela pessoa tem de usar a violência.” Sem dúvida é correto que, quando uma pessoa padece de pobreza ou de humilhação severa, a raiva é a única expressão que lhe resta. Mas, ao dar lugar à sua raiva, ela deveria dar-se conta de que está agindo ao nível animal e que está obedecendo a uma necessidade; enfim, que ela não é livre. (42)&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Aqui, a voz da violência não pode constituir-se em linguagem. Ela é só animalesca, o grito do canibal, ou melhor: um balbucio pré-cristão. Apesar da breve menção a uma infância da humanidade, a um estágio primitivo da graça onde imperava a bondade, tal possibilidade não é, como para Rousseau, uma possibilidade real, dentro do mundo. Para Ellul, aquele estágio jamais pode ter sido um início verdadeiramente histórico. (43)&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A história da humanidade começa apenas com o assassínio de Abel por Caim. E aí termina, sendo interrompida unicamente pela infusão extra-histórica da graça em Jesus Cristo, que teria dito: “Meu reino não é do mundo da necessidade!”&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Este dualismo de Ellul, construído sobre uma interpretação sui generis da distinção clássica entre graça e natureza, é bem desenvolvido. Como tal, ele chega mesmo a articular uma direção normativa bastante definida. Em termos práticos, tal dualismo deixa somente duas possibilidades ao cristão: ou adotar a “violência do amor” (a não-violência ativa) (44) ou recair constantemente na condição meramente natural do ser humano sem mais adjetivos, o ser cativo de uma má consciência:&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_CYJX5yJiqjI/SgOA8AENTRI/AAAAAAAAAEE/wCQCNnfM1wA/s1600-h/cristo.bmp"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 188px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_CYJX5yJiqjI/SgOA8AENTRI/AAAAAAAAAEE/wCQCNnfM1wA/s320/cristo.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5333248152034954514" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Assim, a violência jamais pode ser justificada ou aceitável diante de Deus. O cristão somente pode admitir, humildemente, que ele não podia agir de outra forma, que tomou o caminho fácil e cedeu à necessidade e às pressões do mundo. (45)&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para Ellul, o reino da liberdade pouco tem a ver com este mundo e com a história humana. Teologúmenos como o da universalidade da salvação, ou de sua abscôndita ou manifesta mediação histórica, exercem aqui pouquíssima força de atração. Este mundo continua sendo apenas este século, a matriz do reino da liberdade situa-se alhures. O que para Hobbes era um postulado filosófico baseado na experiência é para Ellul a quintessência da revelação:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Desde os dias de Caim, não houve um começo da violência, mas somente um processo contínuo de retaliação. (…) Quando uma pessoa nasce, a violência já está lá, já está presente nela e à sua volta. (46)&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O papel do cristão na sociedade, a ética do amor cristão, consiste em apontar para o reino da liberdade que levita sobre o mundo da necessidade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;(36) Apesar dessa distinção é interessante observar que, no alemão medieval, a palavra Gewalt abrangia tanto a noção de poder temporal como a de violência. Embora nosso estudo não tenha se proposto oferecer uma definição unívoca do termo “violência” — isso exigiria um trabalho de maior fôlego —, é possível remeter as dificuldades da discussão sobre o problema da violência à sua imbricação teórica com os temas da “força”e do “poder.” Quanto a isso, cf. as observações de Martin HONECKER, Minimizing Violence and Injustice: An Impact of Reason and Christian Tradition. In: E. LORENZ, ed., Justice through Violence? Ethical Criteria for the Legitimarte Use of Force, Geneva: Lutheran World Federation, 1984, p. 30ss.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;(37) Jacques ELLUL, Violence: Reflections from a Christian Perspective, New York: Seabury, 1969. A edição americana publicou-se no período de fermentação que se seguiu às revoluções estudantis e operárias de 1968. O livro parece refletir uma reação à Conferência Mundial sobre Igreja e Sociedade (1966) e a ensaios tais como a Teologia da Revolução.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3586423969909892344-2531146985132070102?l=ideiasepoliticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/feeds/2531146985132070102/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/2009/05/jacques-ellul-e-heranca-crista-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3586423969909892344/posts/default/2531146985132070102'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3586423969909892344/posts/default/2531146985132070102'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/2009/05/jacques-ellul-e-heranca-crista-de.html' title='Jacques Ellul e a herança cristã de Hobbes'/><author><name>História EaD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17071837245437740328</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_CYJX5yJiqjI/S0R8QLEqsiI/AAAAAAAAAFY/GZ0oyr1eG9Q/S220/log.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_CYJX5yJiqjI/SgN6Z4WYelI/AAAAAAAAADs/iK28iQvoGQ8/s72-c/jaques.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3586423969909892344.post-6404268483308113944</id><published>2009-04-26T15:08:00.000-07:00</published><updated>2009-04-26T15:17:04.187-07:00</updated><title type='text'>Metanóia</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_CYJX5yJiqjI/SfTdU51JPxI/AAAAAAAAADk/9VmoEBIz1Cg/s1600-h/ideiasepolis.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_CYJX5yJiqjI/SfTdU51JPxI/AAAAAAAAADk/9VmoEBIz1Cg/s400/ideiasepolis.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5329127610276986642" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_CYJX5yJiqjI/SfTcPbFosoI/AAAAAAAAADc/Iu6qfcGbcRs/s1600-h/ideiasepolis.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;table width="100%" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:130%;"  &gt;"E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus." Rm 12.2&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;       &lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;       &lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3586423969909892344-6404268483308113944?l=ideiasepoliticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/feeds/6404268483308113944/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/2009/04/metanoia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3586423969909892344/posts/default/6404268483308113944'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3586423969909892344/posts/default/6404268483308113944'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/2009/04/metanoia.html' title='Metanóia'/><author><name>História EaD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17071837245437740328</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_CYJX5yJiqjI/S0R8QLEqsiI/AAAAAAAAAFY/GZ0oyr1eG9Q/S220/log.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_CYJX5yJiqjI/SfTdU51JPxI/AAAAAAAAADk/9VmoEBIz1Cg/s72-c/ideiasepolis.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3586423969909892344.post-962336927334021552</id><published>2009-04-24T14:53:00.000-07:00</published><updated>2009-04-24T15:08:18.363-07:00</updated><title type='text'>Da "mediunidade" protestante</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_CYJX5yJiqjI/SfI4RDCd4MI/AAAAAAAAADU/a-ksxoxvf2k/s1600-h/jjjjj.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5328383174657302722" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_CYJX5yJiqjI/SfI4RDCd4MI/AAAAAAAAADU/a-ksxoxvf2k/s400/jjjjj.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_CYJX5yJiqjI/SfI4InpzXuI/AAAAAAAAADM/hPgCy-5lhKA/s1600-h/jjjjj.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Quando tive a honra de ser professor do Seminário Presbiteriano do Norte (SPN), no Recife, conheci um aluno que nos dias de semana passava a tarde dormindo ou jogando futebol na quadra, enquanto deveria pregar nas congregações. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O mesmo era conhecido por se pretender “espiritual” e “renovado”. Intrigados, procuramos saber se ele não estudava as Escrituras e preparava os sermões com antecedência. O mesmo considerou tal expediente muito “carnal”. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ao dormir a tarde toda ou jogar bola, ele acreditava deixar a mente limpa para o Espírito Santo “baixar” com seu recado, de forma pura e cristalina, logo mais à noite...Devemos reconhecer a força cultural do espiritismo e dos cultos de origem afro-ameríndia, e como eles influenciaram a percepção de espiritualidade de algumas igrejas protestantes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O Espírito Santo e os anjos funcionam como espécies de “orixás evangélicos”, “baixando” sobre pastores e missionários, qual “médium protestante”. Isso sem falar em “profetas”, principalmente “profetizas”, com suas revelações particulares sobre saúde, família e negócio, tomando o lugar simbólico das benzedeiras do catolicismo popular, das cartomantes e dos pais e mães-de-santo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Há uma forte equivalência simbólica.Nos cultos, ou se tem os “médiuns” ou se tem os “artistas”, que lideram o show-da-fé, no centro do palco e das atenções, promovendo o entretenimento.C.S. Lewis denunciava as gerações que desprezam as outras do passado, supervalorizando o presente (presentismo). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Isso não somente atenta contra a herança apostólica e o consenso dos fiéis, vivenciado através dos séculos, como também pretende ser melhor: restauradores da “pureza” e outras formas de arrogância espiritual, que rompem a unidade mística da “comunhão dos santos” (conforme confessamos nos Credos).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;John Stott diz que o que faz uma liturgia viva ou morta, seja ela mais ou menos estruturada (não há liturgia informal, pois o “informal” é, apenas, uma outra forma), é o fato de os fiéis serem convertidos ou não e acreditarem ou não no que se pronuncia. A entonação, os sentimentos, a fé fazem a diferença. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Foi o mesmo Stott quem disse que “um anglicano carismático não é um pentecostal”.Somos carismáticos porque acreditamos que não há igreja sem o Espírito Santo, e não há presença do Espírito Santos sem carismas. Se Hans Kung disse que uma das marcas do anglicanismo era a sua aversão a extremismos, alguém também afirmou que “na Igreja Anglicana o Espírito Santo sopra como um gentil cavalheiro”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Somos uma igreja que preza dois mil anos de herança litúrgica da igreja, católica e reformada. Herança que é o conjunto do que foi, nas diversas etapas e lugares, fruto da ação do Espírito Santo nas comunidades de fé. Daí o Livro de Oração Comum -- Bíblia pura, ortodoxia pura -- ser uma das marcas distintivas do anglicanismo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Os seus diversos ritos não engessam os crentes, antes os edificam, e podem ser intercalados com orações espontâneas, cantos, declamações, teatro, testemunho, em uma convergência com um presente que não rompe com o passado. Uma das maiores contribuições que a Diocese do Recife está fazendo para a maturidade da igreja no Brasil é a edição (ora no prelo) do Livro de Oração Comum Brasileiro (LOCb).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Há quem goste de culto batista tradicional, e nós os respeitamos. Quem gosta desse tipo de culto é livre para adorar em uma Igreja Batista. Há quem gosta de culto pentecostal “clássico”, e nós os respeitamos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quem gosta desse tipo de culto é livre para ir, por exemplo, e adorar na Assembléia de Deus. Há quem goste do culto neo (pós) pentecostal, com apóstolos, banhos de descarrego, retirada de encostos e três recolhimentos de ofertas, e nós os respeitamos. Quem gosta desse tipo de culto é livre para ir à Igreja universal, Internacional ou Mundial. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Agora, pelo amor de Deus, deixem o anglicanismo em paz, com sua liberdade litúrgica, com sua diversidade, sim, porém “com ordem e decência”, com a alegria do Espírito Santo e o LOCb na mão. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E isso não é “anúncio de missa de sétimo dia” para se adotar como “um doloroso dever”, mas uma adesão livre, convicta e entusiástica.Somos uma igreja sem mediunidade, sem estrelismo e sem “showbiz”, graças a Deus!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;• Robinson Cavalcanti é bispo anglicano da Diocese do Recife e autor de, entre outros, &lt;a class="link" href="http://www.ultimato.com.br/?pg=show_livros&amp;amp;util=1&amp;amp;registro=106" target="_blank"&gt;Cristianismo e Política -- teoria bíblica e prática histórica &lt;/a&gt;e &lt;a class="link" href="http://www.ultimato.com.br/?pg=show_livros&amp;amp;util=1&amp;amp;registro=28" target="_blank"&gt;A Igreja, o País e o Mundo -- desafios a uma fé engajada&lt;/a&gt;.&lt;a class="link" href="http://www.dar.org.br/" target="_blank"&gt;http://www.dar.org.br/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3586423969909892344-962336927334021552?l=ideiasepoliticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/feeds/962336927334021552/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/2009/04/da-mediunidade-protestante.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3586423969909892344/posts/default/962336927334021552'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3586423969909892344/posts/default/962336927334021552'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/2009/04/da-mediunidade-protestante.html' title='Da &quot;mediunidade&quot; protestante'/><author><name>História EaD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17071837245437740328</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_CYJX5yJiqjI/S0R8QLEqsiI/AAAAAAAAAFY/GZ0oyr1eG9Q/S220/log.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_CYJX5yJiqjI/SfI4RDCd4MI/AAAAAAAAADU/a-ksxoxvf2k/s72-c/jjjjj.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3586423969909892344.post-3161859905810570814</id><published>2009-04-21T10:30:00.000-07:00</published><updated>2009-04-21T10:38:53.794-07:00</updated><title type='text'>A ESCOLHA ENTRE O CLUBE E O CAMINHO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://blogdocaminho.googlepages.com/banner_blogposts.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 444px; height: 191px;" src="http://blogdocaminho.googlepages.com/banner_blogposts.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Há dois  modelos básicos de igreja. Há os chamados para fora... e os chamados para  dentro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Igreja, de  acordo com Jesus, é comunhão de dois ou três... &lt;st1:personname st="on" productid="em Seu Nome..."&gt;em Seu Nome...&lt;/st1:personname&gt; e em qualquer  lugar... &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;E  mais: podem ser quaisquer dois ou três... e não apenas um certo tipo de dois ou  três... conforme os manequins da religião. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Igreja, de  acordo com Jesus, é algo que acontece como encontro com Deus, com o próximo e  com a vida... no ‘caminho’ do Caminho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Prova disso é  que o tema igreja aparece no Evangelho quando Jesus e Seus discípulos estavam no  ‘caminho’ para Cesareia de Filipe: um lugar ‘pagão’ naqueles dias.  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Assim, tem-se  o tema igreja tratado no ‘caminho’ e em direção à ‘paganidade’ do  mundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Para Jesus o  lugar onde melhor e mais propriamente se deve buscar o discípulo é nas portas do  inferno, no meio do mundo!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Não posso  conceber, lendo o Evangelho, que Jesus sonhasse com aquilo que depois nós  chamamos de ‘igreja’. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Digo isto  porque tanto não vejo Jesus tentando criar uma comunidade fixa e fechada, como  também não percebo em Seu espírito qualquer interesse nesse tipo de reclusão  comunitária.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;No Evangelho o  que existe em supremacia é a Palavra, que tanto estava encarnada em Jesus como  era o centro de Sua ação. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;No Evangelho  nenhuma igreja teria espaço, posto que não acompanharia o ritmo do reino e de  seu caminhar hebreu e dinâmico. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Jesus escolhe  doze para ensinar... não para que eles fiquem juntos. Ao contrário, a ordem  final é para ir... &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Enfim... são  treinados a espalhar sementes, a salgar, a levar amor, a caminhar em bondade, e  a sobreviver com dignidade no caminho, com todos os seus perigos e possibilidade  (Lc 10).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;No caminho há  de tudo. Jesus é o Caminho em movimento nos caminhos da existência. E Seus  discípulos são acompanhantes sem hierarquia entre eles.  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;No mais... as  multidões..., às quais Jesus organiza apenas uma vez, e isto a fim de  multiplicar pães. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;De resto...  elas vem e vão... ficam ou não... voltam ou nunca mais aparecem... gostam ou se  escandalizam... maravilham-se ou acham duro o discurso...  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Mas Jesus nada  faz para mudar isto. Ele apenas segue e ensina a Palavra, enquanto cura os que  encontra. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Ao  contrário..., vemos Jesus dificultando as coisas muitas vezes, outras mandando o  cara para casa, outras dizendo que era preciso deixar tudo, outras convidando a  quem não quer ir...; ou mesmo perguntando: Vocês querem ir  embora?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Não! Jesus não  pretendia que Seus discípulos fossem mais irmãos uns dos outros do que de todos  os homens.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Não! Jesus não  esperava que o sal da terra se confinasse a quatro dignas e geladas paredes de  maldade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Não! Jesus não  deseja tirar ninguém do mundo, da vida, da sociedade, da terra... mas apenas  deseja que sejamos livres do mal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Não! Jesus não  disse “Eu sou o Clube, a Doutrina e a Igreja; e ninguém vem ao Pai se não por  mim”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Assim, na  igreja dos chamados para fora, caminha-se e encontra-se com o irmão de fé e  também com o próximo que não tem fé... e todos se trata com amor e simplicidade.  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Em Jesus não  há qualquer tentativa de criar um ambiente protegido e de reclusão; e nem  tampouco a intenção de criar uma democracia espiritual, na qual a média dos  pensamentos seja a lei relacional.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Em Jesus o  discípulo é apenas um homem que ganhou o entendimento do Reino e vive como seu  cidadão, não numa ‘comunidade paralela’, mas no mundo  real.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Na igreja de  Jesus cada um diz se é ou não é...; e ninguém tem o poder de dizer diferente...  Afinal, por que a parábola do Joio e do Trigo não teria valor na ‘igreja’?  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Na igreja de  Jesus... pode-se ir e vir... entrar e sair... e sempre encontrar  pastagem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;O  outro modo de ser igreja é, todavia, aquele que prevaleceu na história. Nele as  pessoas são chamadas para dentro, para deixar o mundo, para só considerarem  ‘irmãos’ os membros do ‘clube santo’, e a não buscarem relacionamentos fora de  tal ambiente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;A  comunidade de Jerusalém tentou viver assim e  adoeceu!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Claro!  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Quem fica  sadio vivendo num mundo tão uniforme e clonado? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Quem fica  sadio não conhecendo a variedade da condição humana?  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Quem fica  sadio se apenas existe numa pequena câmara de repetições humanas viciadas?  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Sim, quem pode  preservar um mínimo de identidade vivendo em tais circunstâncias? Nesse  sapatinho de japonesa?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;É  obvio que os discípulos precisam se reunir..., e juntos devem ter prazer em  aprender a Palavra e crescer em fé e ajuda mutua. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Todavia, tal  ajuntamento é apenas uma estação do caminho, não o seu projeto; é um oásis, não  o objetivo da jornada; é um tempo, não é o tempo todo; é uma ajuda, não é a  vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;De minha parte  quero apenas ver os discípulos de Jesus crescendo em entendimento e vida com  Deus, em amizade e respeito uns para com os outros, em saúde relacional na vida,  e com liberdade de escolha, conforme a consciência de cada um.  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;O  ‘ajuntamento’ que chamamos igreja deve ser apenas esse encontro, essa estação,  esse lugar de bom animo e adoração. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;O  ideal é que tais encontros gerem amizade clara e livre, e que pela amizade as  pessoas se ajudem; mas não apenas em razão de um certo espírito  maçônico-comunitário, conforme se vê... ou porque se deu alguma contribuição  financeira no lugar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;A  verdadeira igreja não tem sócios... Tem apenas gente boa de Deus... e que se  reúne e ajuda a manter a tudo aquilo que promove a Palavra na  Terra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Tenho pavor de  comunidades!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Elas são  ameninantes para a alma, geram vilas de doenças, produzem inibição dos processos  de individuação, e tornam os homens eternos imaturos... sempre com medo do mundo  e da vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Sem falar que  em todo mundo muito pequeno, como o da ‘comunidade’, as doenças tendem a  aumentar... e a ganhar caras e contornos de perversidade travestida de  piedade... &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;É  o que eu chamo de peidade! Fica todo mundo querendo se meter onde não foi  chamado... É um inferno!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Lá no “Caminho  da Graça” estou tentando levar as pessoas a esse entendimento e a essa  maturidade, e não tenho nenhuma outra vontade interior de fazer daquilo mais uma  ‘igreja’. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Quero ver  pessoas que sejam ‘gente boa de Deus’; gente descomplicada e desviciada de  ‘igreja’; gente que aprenda o bem do Evangelho primeiro para si e em si  mesmas..., e apenas depois para fora...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Portanto, não  se trata de um movimento ‘sacerdotal’, intimista e fechado; mas sim de um andar  profético, aberto e continuo...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Lá não se  busca a média da compreensão... Ao contrário, lá se força a  compreensão...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Lá só fica  quem realmente quer... e não tento jamais dissuadir ninguém ao contrario de sua  vontade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Não há  complicação. Tudo é muito simples. E quem não achar que serve, está sempre livre  a achar o que lhe agrada em qualquer lugar. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Ou não foi  assim que Jesus tratou a tudo no caminho? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;A  escolha que se tem que fazer é essa: ou se quer uma ‘comunidade’ que existe em  função de si mesma, e para dentro; ou se tem um ‘caminho de discípulos’, e que  se encontram, mas que não fazem do encontro a razão de ser da  vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;A  meu ver, no dia em que prevalecer o modelo do ‘caminho’, conforme Jesus no  Evangelho, a vida vai arrebentar em flores e frutos entre nós e no mundo à nossa  volta; e as pessoas serão sempre muito mais humanas, descomplicadas e sadias...  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Mas se  continuar a prevalecer o modelo ‘comunitário de Jerusalém’... que de Jerusalém  tem apenas o intimismo e o espírito sectário... não se terá jamais nada além do  que se teve nesses últimos dois mil anos; ou seja: esse lugar de doentes  presunçosos a que chamamos de ‘igreja’.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Para isto...  para esta coisa... não tenho mais nenhuma energia para doar. Mas para a vida  como caminho, ofereço meu coração mais jovem do que  nunca.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:'Trebuchet MS','sans-serif';font-size:12;"  &gt;Caio  Fábio&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3586423969909892344-3161859905810570814?l=ideiasepoliticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/feeds/3161859905810570814/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/2009/04/escolha-entre-o-clube-e-o-caminho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3586423969909892344/posts/default/3161859905810570814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3586423969909892344/posts/default/3161859905810570814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/2009/04/escolha-entre-o-clube-e-o-caminho.html' title='A ESCOLHA ENTRE O CLUBE E O CAMINHO'/><author><name>História EaD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17071837245437740328</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_CYJX5yJiqjI/S0R8QLEqsiI/AAAAAAAAAFY/GZ0oyr1eG9Q/S220/log.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3586423969909892344.post-2247613016744220757</id><published>2009-04-21T09:42:00.000-07:00</published><updated>2009-04-21T10:03:36.547-07:00</updated><title type='text'>Diga não ao mal-humor!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.aerografia.com.br/ProductImages/scooters_pitbull.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 304px; height: 280px;" src="http://www.aerografia.com.br/ProductImages/scooters_pitbull.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;em style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color:blue;"&gt;Não te deixes  vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3586423969909892344-2247613016744220757?l=ideiasepoliticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/feeds/2247613016744220757/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/2009/04/diga-nao-ao-mal-humor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3586423969909892344/posts/default/2247613016744220757'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3586423969909892344/posts/default/2247613016744220757'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/2009/04/diga-nao-ao-mal-humor.html' title='Diga não ao mal-humor!'/><author><name>História EaD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17071837245437740328</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_CYJX5yJiqjI/S0R8QLEqsiI/AAAAAAAAAFY/GZ0oyr1eG9Q/S220/log.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3586423969909892344.post-3404114457913254632</id><published>2009-04-16T14:02:00.000-07:00</published><updated>2009-04-21T09:38:40.462-07:00</updated><title type='text'>No princípio... o quê? Darwin, o evolucionismo e os cristãos</title><content type='html'>&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.shardcore.org/painting/lamarck_haekel_darwin.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 550px; height: 404px; text-align: center;" alt="" src="http://www.shardcore.org/painting/lamarck_haekel_darwin.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Por Alderi Souza de Matos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Há exatos 150 anos o mundo científico e o mundo religioso foram abalados pelo lançamento de um livro. O impacto dessa obra resultou do fato de que o autor propunha uma explicação muito diferente daquela aceita tradicionalmente para a grande diversidade das formas de vida existentes na Terra.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O livro foi “A Origem das Espécies” (1859) e seu autor, o biólogo e naturalista inglês Charles Robert Darwin (1809-1882). Segundo Darwin, todas as espécies de seres vivos hoje existentes, inclusive o ser humano, evoluíram a partir de um ancestral comum por meio de mutações graduais (variações espontâneas) e da seleção natural (sobrevivência dos mais aptos).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Assim, ao longo de um imenso período de tempo organismos vivos simples deram origem a outros mais complexos meramente através de leis naturais intrínsecas, sem intervenção externa sobrenatural. É claro que essas proposições representavam um sério desafio para a fé cristã histórica. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 294px; height: 321px; text-align: center;" alt="" src="http://files.blog-city.com/files/aa/48142/p/f/escola_de_atenas.jpg" border="0" /&gt;Evolução de uma teoriaA idéia da evolução não surgiu com Darwin. Na antiguidade, ela já havia sido proposta pelo filósofo grego Anaximandro. Na primeira metade do século 19 tinha sido levantada por diversos cientistas, inclusive o avô de Darwin. Inicialmente foi aplicada à geologia, para então estender-se à biologia. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um evento decisivo para Charles Darwin foi a famosa viagem de estudos que fez à América do Sul no navio Beagle, durante cinco anos, na década de 1830. Nessa viagem, ele passou pelo Brasil, mas fez suas observações mais importantes nas ilhas Galápagos. Darwin inicialmente era um homem religioso, tendo inclusive, quando jovem, considerado a carreira ministerial.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em “A Origem das Espécies”, ele deixou algum espaço para a crença em Deus. Todavia, em sua outra obra sobre o assunto, “A Descendência do Homem” (1871), assumiu uma postura mais agnóstica. Ainda assim, quando morreu foi sepultado na Abadia de Westminster, a poucos metros do túmulo de Isaac Newton. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.dundee.ac.uk/museum/p&amp;amp;p/Arts2161.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left; width: 254px; height: 359px;" alt="" src="http://www.dundee.ac.uk/museum/p&amp;amp;p/Arts2161.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Rapidamente a teoria da evolução alcançou notoriedade e crescente aceitação. Um dos principais responsáveis por isso foi T. H. Huxley, o indivíduo que cunhou o termo “agnóstico”, que utilizou para descrever sua própria posição. Curiosamente, muitos líderes religiosos foram simpáticos à nova teoria. Dentre eles, podem ser mencionados Frederick Temple, futuro arcebispo de Cantuária, Lyman Abbott, influente clérigo americano, e Henry Drummond, biólogo e pastor escocês. Para eles, a evolução era um sinal da providência de Deus e de seu contínuo trabalho em sua criação. Outros, porém, como o pregador calvinista inglês Charles H. Spurgeon, manifestaram sua contrariedade. Na comunidade científica, com o passar dos anos a teoria evolucionista se tornou a doutrina universalmente aceita, a posição consagrada pela academia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O julgamento do macacoNos primeiros cinqüenta anos após a publicação do clássico de Darwin, as reações contra o conceito de evolução biológica foram relativamente limitadas nos círculos cristãos. Na verdade, alguns aspectos do evolucionismo ganharam simpatizantes não só entre os teólogos liberais, mas também entre alguns conservadores.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dois exemplos conhecidos são o presbiteriano Benjamin B. Warfield e o batista Augustus H. Strong. Essa situação mudou radicalmente a partir da década de 1920, com a eclosão do movimento fundamentalista nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em sua luta ferrenha contra o modernismo, os fundamentalistas adotaram uma posição antievolucionista radical. Para eles, a teoria da evolução era um sério atentado contra a inspiração e autoridade das Escrituras, pois colocava em dúvida o relato da criação contido no livro do Gênesis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 355px; height: 358px; text-align: center;" alt="" src="http://www.theonion.com/content/files/images/Scopes-Monkey-Trial.article.jpg" border="0" /&gt;Um episódio constrangedor para esse grupo ocorreu em julho de 1925 na cidadezinha de Dayton, no Tennessee. John T. Scopes, um professor de biologia, havia ensinado a teoria da evolução em suas aulas no curso secundário, o que violava uma recente lei estadual.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quando o caso foi levado a julgamento, os dois principais assistentes da acusação e da defesa foram, respectivamente, o ex-candidato a presidente William Jennings Bryan, representante da posição fundamentalista, e o advogado agnóstico Clarence Darrow. O evento, que ficou conhecido como “monkey trial” (julgamento do macaco), teve enorme cobertura da imprensa, tendo sido o primeiro julgamento dos Estados Unidos a ser transmitido pelo rádio em âmbito nacional.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ao ser interrogado por Darrow sobre questões de Bíblia e ciência, Bryan se mostrou vacilante em muitas de suas respostas. A posição conservadora deixou uma imagem de estreiteza de mente e superficialidade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 530px; height: 234px; text-align: center;" alt="" src="http://www.origins.org/images/johnhomeNEW.gif" border="0" /&gt;Um desafio realPara os cristãos, o maior problema de muitos evolucionistas está em sua postura filosófica -- o naturalismo -- que nega “a priori” qualquer lugar para Deus nos fenômenos estudados pela ciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses cientistas afirmam dogmaticamente que questões de fé e questões de ciência são compartimentos estanques, incomunicáveis. O autor Phillip E. Johnson é um dos mais respeitados críticos das pretensões filosóficas das teorias darwinistas e neodarwinistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele demonstra que os defensores da evolução naturalista são tão condicionados por pressuposições sobre a realidade e o conhecimento quanto os seus opositores. Dois bons livros de Johnson que abordam esses temas são “Darwin no Banco dos Réus” (Cultura Cristã) e &lt;a class="link" href="http://www.ultimato.com.br/?pg=show_livros&amp;amp;util=1&amp;amp;registro=230" target="_blank"&gt;Ciência, Intolerância e Fé &lt;/a&gt;(Ultimato).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse e outros estudiosos teístas argumentam que existem questões cruciais para as quais a abordagem naturalista não tem uma resposta convincente, a começar da origem da vida e das leis precisas e universais que regem toda a realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns deles, não necessariamente religiosos, têm proposto o conceito de “projeto inteligente” (Intelligent Design).No âmbito do cristianismo, tem existido uma variedade de posições em relação ao assunto. Uma abordagem é o “evolucionismo teísta”, segundo o qual Deus criou de maneira direta no início do processo e desde então atua somente através de causas secundárias por meio da evolução biológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um exemplo clássico desse enfoque é o teólogo e antropólogo católico Pierre Teilhard de Chardin (1881-1955), que reinterpretou toda a mensagem cristã em termos evolucionistas. Outra perspectiva, o “criacionismo progressivo”, entende que as atuais variedades de organismos são resultantes do processo de diversificação por meio da microevolução, a partir dos protótipos criados originalmente por Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, há o criacionismo clássico, segundo o qual cada espécie foi criada diretamente por Deus. Essa posição inclui o entendimento literal dos dias da criação (24 horas), de uma terra jovem (cerca de dez mil anos) e de um dilúvio universal que explicaria os depósitos sedimentares e os fósseis de hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 101px; height: 118px; text-align: center;" alt="" src="http://doisdedosdeprosa.files.wordpress.com/2007/07/andre.jpg" border="0" /&gt;Criacionismo e educaçãoRecentemente ocorreu na imprensa de São Paulo mais um capítulo do debate sobre o ensino do criacionismo em sala de aula. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Desta vez a controvérsia se centrou na educação básica dos Colégios Presbiterianos Mackenzie. Nestes últimos anos, essa conceituada instituição vem implantando o chamado Sistema Mackenzie de Ensino, um conjunto de materiais didáticos que procura dar uma abordagem cristã ao ensino das ciências. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por várias semanas a “Folha de São Paulo” trouxe matérias sobre o assunto. O colunista André Petry, da revista “Veja”, conhecido por suas posições secularistas, escreveu um artigo sarcástico sobre o tema. Em síntese, os autores disseram: mantenham o criacionismo restrito às aulas de religião; não o levem para as classes de ciências.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Infelizmente, o termo “criacionismo” está desgastado. Muitas vezes, é usado para descrever uma posição religiosa estreita que adota uma determina interpretação da Bíblia e rejeita em bloco o que entende ser uma visão científica antibíblica. Em seu livro “The Scandal of the Evangelical Mind” (O escândalo da mente evangélica), o historiador Mark Noll procura evidenciar os danos que a chamada “ciência da criação” tem causado ao evangelicalismo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Todavia, no melhor sentido do termo, o criacionismo é a afirmação de uma das convicções mais básicas do cristianismo. Ao contrário dos gregos, que criam na eternidade da matéria, e dos gnósticos, que a consideravam intrinsecamente má, os cristãos abraçaram a posição conhecida como “creatio ex nihilo”, ou seja, Deus criou todas as coisas a partir do nada, sem utilizar qualquer material preexistente. A criação é, portanto, boa e valiosa. Essa verdade é a primeira declaração da Escritura (“No princípio criou Deus os céus e a terra”) e do Credo Apostólico (“Creio em Deus Pai, todo-poderoso, criador do céu e da terra”).&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 445px; height: 352px; text-align: center;" alt="" src="http://blog.cancaonova.com/misericordia/files/2008/05/jesus-e-o-universo.jpg" border="0" /&gt;ConclusãoNo transcurso do segundo centenário do nascimento de Darwin e dos 150 anos de sua famosa teoria, os cristãos têm duas tarefas a realizar. Por um lado, devem buscar maneiras construtivas de se relacionar com o mundo ao seu redor, do qual a ciência faz parte. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A ciência moderna tem raízes cristãs e muitos cientistas são, ainda hoje, homens e mulheres tementes a Deus. A pesquisa científica tem dado contribuições formidáveis à humanidade. É verdade que não pode existir harmonia plena entre o evangelho e o mundo: o escândalo da cruz sempre estará presente. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Todavia, é danoso para o testemunho cristão e para a influência cristã na sociedade levantar barreiras por vezes desnecessárias em relação à cultura. Por outro lado, os cristãos não podem negociar suas doutrinas essenciais. Seria inconsistente declarar certas convicções nos templos e nas aulas de religião e suprimi-las em outros contextos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;De modo cortês, mas com firmeza e integridade, eles devem mostrar que a sua fé não pode ficar restrita a um gueto. Sendo verdadeira, ela deve encontrar expressão em todas as esferas da vida, inclusive no terreno intelectual e acadêmico.•&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Alderi Souza de Matos é doutor em história da igreja pela Universidade de Boston e historiador oficial da Igreja Presbiteriana do Brasil. É autor de &lt;a class="link" href="http://www.ultimato.com.br/?pg=show_livros&amp;amp;util=1&amp;amp;registro=295" target="_blank"&gt;A Caminhada Cristã na História&lt;/a&gt; e “Os Pioneiros Presbiterianos do Brasil”. &lt;a class="link" href="mailto:asdm@mackenzie.com.br"&gt;asdm@mackenzie.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3586423969909892344-3404114457913254632?l=ideiasepoliticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/feeds/3404114457913254632/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/2009/04/no-principio-o-que-darwin-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3586423969909892344/posts/default/3404114457913254632'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3586423969909892344/posts/default/3404114457913254632'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/2009/04/no-principio-o-que-darwin-o.html' title='No princípio... o quê? Darwin, o evolucionismo e os cristãos'/><author><name>História EaD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17071837245437740328</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_CYJX5yJiqjI/S0R8QLEqsiI/AAAAAAAAAFY/GZ0oyr1eG9Q/S220/log.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3586423969909892344.post-8442311660519660213</id><published>2009-04-14T17:42:00.001-07:00</published><updated>2009-04-14T17:44:17.792-07:00</updated><title type='text'>AQUECIMENTO GLOBAL</title><content type='html'>&lt;a href="http://assets.wwf.org.br/img/aquecimentoglobal_12980.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 296px; DISPLAY: block; HEIGHT: 315px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://assets.wwf.org.br/img/aquecimentoglobal_12980.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3586423969909892344-8442311660519660213?l=ideiasepoliticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/feeds/8442311660519660213/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/2009/04/aquecimento-global.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3586423969909892344/posts/default/8442311660519660213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3586423969909892344/posts/default/8442311660519660213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/2009/04/aquecimento-global.html' title='AQUECIMENTO GLOBAL'/><author><name>História EaD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17071837245437740328</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_CYJX5yJiqjI/S0R8QLEqsiI/AAAAAAAAAFY/GZ0oyr1eG9Q/S220/log.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3586423969909892344.post-7774952111401915207</id><published>2009-04-03T13:56:00.000-07:00</published><updated>2009-04-03T14:34:12.463-07:00</updated><title type='text'>Examine tudo. Retenha o que é bom....</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.strategie.sk/images/gallery/hodnotenie/outdoor/s_04_08_2historia1.JPG"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 512px; CURSOR: hand; HEIGHT: 274px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://www.strategie.sk/images/gallery/hodnotenie/outdoor/s_04_08_2historia1.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; O melhor método que tenho aprendido é este - &lt;blockquote&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Examinar tudo e reter o que é bom...&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Enquanto alunos de História aprenderemos muitos e variados métodos, do ridículo ao utópico, mas esse caminho antigo porêm original, é o melhor que encontrei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como sabemos método significa :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A palavra método vem do grego méthodos, (caminho para chegar a um fim). O método científico é um conjunto de &lt;a title="Regra" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Regra"&gt;regras&lt;/a&gt; básicas para desenvolver uma experiência a fim de produzir novo conhecimento, bem como corrigir e integrar conhecimentos pré-existentes."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conhece algum método ridículo e abstrato? Quer um exemplo?&lt;br /&gt;"Desconstruir para construir"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagine um arqueólogo que encontra um precioso fragmento após longos anos de procura, imagine esse mesmo arqueólogo desconstruindo esse precioso fragmento....imaginou?Faz sentido? Pois é isso mesmo que o cara pretende fazer, leia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O termo desconstrução foi proposto por Derrida (1996, 2004), um filósofo francês, nos anos 1960, designando uma forma de análise crítica dos próprios pressupostos e conceitos filosóficos. Assim Derrida fez uma “desconstrução” da forma que o ocidente via o restante do mundo, fazendo uma dura crítica à tendência para o logocentrismo, e a muitos outros conceitos que essa tradição da construção do conhecimento tinha estabelecido como certa e fixa. Ao desconstruir textos e teorias que se consideravam definitivos e únicos, portadores de verdades inquestionáveis, o filósofo buscou encorajar a pluralidade de discursos, legitimando a não existência de uma única verdade ou interpretação, possibilitando a disseminação de possíveis e novas verdades.&lt;br /&gt;Assim, desconstrução não pode ser lido como sinônimo de destruição. É sim método que prevê a desmontagem ou a decomposição dos escritos para descobrir o que está velado, revelando significados que estavam ocultos ou encobertos. Derrida foi muito criticado por suas idéias, pois ao propor essa forma de trabalho, ameaçou a existência de uma leitura verdadeira do mundo, tornando toda análise uma das leituras possíveis, mas nunca a única correta&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você entendeu? Ele disse que decompor não é destruir....você sinceramente acredita nisso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa filosofia maldita que mais confunde do que explica, abstrata do que objetiva, é filha da pós modernidade, essa tendência relativista e cética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou parar por aqui porque eu tô de saco cheio com esse Derrida e esse Foucault!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Robson&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3586423969909892344-7774952111401915207?l=ideiasepoliticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/feeds/7774952111401915207/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/2009/04/examine-tudo-retenha-o-que-e-bom.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3586423969909892344/posts/default/7774952111401915207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3586423969909892344/posts/default/7774952111401915207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/2009/04/examine-tudo-retenha-o-que-e-bom.html' title='Examine tudo. Retenha o que é bom....'/><author><name>História EaD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17071837245437740328</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_CYJX5yJiqjI/S0R8QLEqsiI/AAAAAAAAAFY/GZ0oyr1eG9Q/S220/log.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3586423969909892344.post-4230620355690076071</id><published>2009-04-02T13:54:00.000-07:00</published><updated>2009-04-02T15:09:18.995-07:00</updated><title type='text'>Amigos e Livros - Bons e Poucos...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Amigos e Livros - Bons e Poucos...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não me lembro onde li esta frase, mas ela tem uma comprovação científica.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Recentemente um pesquisador neurologista pesquisou sobre "relacionamentos humanos" e concluiu que nosso cérebro é limitadíssimo e não tem o poder de se relacionar com muitas pessoas...eu acredito nisso, portanto vou colocar minha pequena, mas fiel - &lt;span style="color:#3366ff;"&gt;"lista de meus poucos livros aos meus&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#3366ff;"&gt;poucos amigos"...&lt;/span&gt;com muito gosto alguns livros de cabeceira...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.lojadoguerreiro.com.br/guerreiro/images/NVI_Cronologica.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 111px; CURSOR: hand; HEIGHT: 163px" alt="" src="http://www.lojadoguerreiro.com.br/guerreiro/images/NVI_Cronologica.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://p.extra.com.br/66/6646523_a1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 138px; CURSOR: hand; HEIGHT: 179px" alt="" src="http://p.extra.com.br/66/6646523_a1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img3/35923.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 180px; CURSOR: hand; HEIGHT: 154px" alt="" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img3/35923.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img8/1385318_4.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 132px; CURSOR: hand; HEIGHT: 167px" alt="" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img8/1385318_4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://images.quebarato.com.br/photos/big/5/F/26D05F_2.jpg"&gt;&lt;img style="WIDTH: 175px; CURSOR: hand; HEIGHT: 175px" alt="" src="http://images.quebarato.com.br/photos/big/5/F/26D05F_2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.sebodomessias.com.br/loja/imagens/produtos/produtos/49681_323.jpg"&gt;&lt;img style="WIDTH: 131px; CURSOR: hand; HEIGHT: 172px" alt="" src="http://www.sebodomessias.com.br/loja/imagens/produtos/produtos/49681_323.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ptSpetzy-uw/SNRQxHubmkI/AAAAAAAAAKU/YzwSyto-QAo/s400/olivrodasreligioes.jpg"&gt;&lt;img style="WIDTH: 175px; CURSOR: hand; HEIGHT: 177px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ptSpetzy-uw/SNRQxHubmkI/AAAAAAAAAKU/YzwSyto-QAo/s400/olivrodasreligioes.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3586423969909892344-4230620355690076071?l=ideiasepoliticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/feeds/4230620355690076071/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/2009/04/amigos-e-livros-bons-e-poucos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3586423969909892344/posts/default/4230620355690076071'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3586423969909892344/posts/default/4230620355690076071'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/2009/04/amigos-e-livros-bons-e-poucos.html' title='Amigos e Livros - Bons e Poucos...'/><author><name>História EaD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17071837245437740328</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_CYJX5yJiqjI/S0R8QLEqsiI/AAAAAAAAAFY/GZ0oyr1eG9Q/S220/log.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ptSpetzy-uw/SNRQxHubmkI/AAAAAAAAAKU/YzwSyto-QAo/s72-c/olivrodasreligioes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3586423969909892344.post-6552238772828313776</id><published>2009-04-01T13:45:00.000-07:00</published><updated>2009-04-01T13:57:01.052-07:00</updated><title type='text'>M é t h o d o s</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://farm1.static.flickr.com/200/482993472_63acdad91d.jpg?v=1178222685"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 335px; CURSOR: hand; HEIGHT: 500px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://farm1.static.flickr.com/200/482993472_63acdad91d.jpg?v=1178222685" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; A palavra método vem do grego méthodos, (caminho para chegar a um fim). O método científico é um conjunto de &lt;a title="Regra" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Regra"&gt;regras&lt;/a&gt; básicas para desenvolver uma experiência a fim de produzir novo conhecimento, bem como corrigir e integrar conhecimentos pré-existentes. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Metodologia literalmente refere-se ao estudo dos métodos e, especialmente, do método da ciência, que se supõe universal. Embora procedimentos variem de uma área da ciência para outra (as &lt;a title="Anexo:Lista de disciplinas acadêmicas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_disciplinas_acad%C3%AAmicas"&gt;disciplinas científicas&lt;/a&gt;), diferenciadas por seus distintos objetos de estudo, consegue-se determinar certos elementos que diferenciam o método científico de outros métodos (filosófico, &lt;a title="Algoritmo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Algoritmo"&gt;algoritmo&lt;/a&gt; – matemático, etc.).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fonte Wikipedia&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3586423969909892344-6552238772828313776?l=ideiasepoliticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/feeds/6552238772828313776/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/2009/04/m-e-t-h-o-d-o-s.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3586423969909892344/posts/default/6552238772828313776'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3586423969909892344/posts/default/6552238772828313776'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/2009/04/m-e-t-h-o-d-o-s.html' title='M é t h o d o s'/><author><name>História EaD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17071837245437740328</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_CYJX5yJiqjI/S0R8QLEqsiI/AAAAAAAAAFY/GZ0oyr1eG9Q/S220/log.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3586423969909892344.post-4530735362266729092</id><published>2009-03-30T13:58:00.000-07:00</published><updated>2009-04-01T14:09:44.475-07:00</updated><title type='text'>Reformar a Igreja?</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.duplipensar.net/images/religiao/martinho-lutero-02.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://www.duplipensar.net/images/religiao/martinho-lutero-02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esse email eu enviei ao Caio Fabio a algum tempo atrás...(dias de total "desencanto" com a eclésia).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cara, eu tô te escrevendo por este endereço porque não consigo me comunicar contigo pelo teu belo site...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu tenho apenas uma pergunta pra ti: A igreja precisa de uma reforma? Agradeço mais uma vez meu amado! De seu admirador, que na verdade tem sofrido contigo. Robson ____________________________________________________________ Resposta: Meu querido amigo: obrigado pelo carinho; não é fácil não! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sobre a questão, eis o que superficialmente eu penso: A igreja só precisa ser Igreja! Não há necessidade de se re-formar aquilo que nasceu para não ter forma, mas apenas para ser como uma pequena semente, um bocado de fermento, um baile de coxos, aleijados, cegos, mancos, e mendigos da terra; entre outras imagens deixadas por Jesus a fim de designar o espírito da comunidade dos discípulos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Reforma, foi exatamente isto: uma Re-Forma! Ou seja: deu-se outra forma, mas continuou a necessidade estética da forma; além de ter continuado também a necessidade estética de haver uma doutrina: o que também é forma; visto ser algo em que se pega como sistema; algo em nada diferente de um prédio ou uma árvore. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não só houve uma re-forma, mas criou-se uma fôrma para a reforma; o que fez com ela passasse a ser o que ela não queria ser: uma fôrma. A Igreja precisa se converter ao Reino, e virar apenas semente, sal, luz, fermento, e um ajuntamento de seres sem virtude própria, porém cobertos pelas "vestes nupciais" do Noivo (Mt 22). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não precisamos de mais 95 teses. O que falta é uma coisa só: a fé na mensagem da Graça de Deus em Cristo. E a Igreja só demonstrará que crê no Evangelho quando ela tiver a coragem de ser apenas a comunidade da Graça; e o lugar onde todos os homens—maus e bons—podem sentar e ouvir a Palavra. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando falo de “lugar”, falo não de um lugar; mas de um lugar-caminho. A Igreja tem que ser lugar-caminho de misericórdia. Ela tem que ser mais que as Cidades de Refúgio do Velho Testamento. E hoje ela é o oposto das próprias cidades de Refúgio. Todavia, tal fé acabaria com tudo o que existe; por isso, eu não creio numa reforma; mas sim no fato de que duas coisas acontecerão:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;1) Muitos grupos cristãos serão profundamente visitados pela Consciência da Graça, e a experimentarão nas formas que hoje existem, porém com leveza e misericórdia, sem culto à forma;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;2) Milhares de pequenos grupos começarão a se reunir no mundo todo; e cada um deles terá a forma do momento; isto a fim de poderem ser apenas essa poderosa força sutil do Reino, e cuja principal característica é a dissolvência na massa da terra.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O sal tem que desaparecer a fim de poder dar gosto. Jesus disse que o sal no sal, vira monturo; e, assim, para nada mais presta senão para ser pisado pelos homens—conforme vemos na história.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O fato é que quando o Evangelho começar a ser pregado, acontecerá uma revolução: Aqueles que hoje se assentam para ouvir o discurso da igreja, não suportarão o Evangelho; e os que hoje não suportam os discurso da religião, se assentarão para ouvir o Evangelho.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bem, eu poderia escrever para sempre...mas por hoje...vou ficando por aqui. E não se preocupe: O Espírito Santo cuida da Igreja.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ele fará o que tiver que ser...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nele, em Quem somos Igreja em processo de cura e vida, &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.geocities.com/realidadebr/imagens/CaioFabio.jpg"&gt;&lt;img style="WIDTH: 120px; CURSOR: hand; HEIGHT: 157px" alt="" src="http://www.geocities.com/realidadebr/imagens/CaioFabio.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Caio &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3586423969909892344-4530735362266729092?l=ideiasepoliticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/feeds/4530735362266729092/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/2009/03/reformar-igreja.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3586423969909892344/posts/default/4530735362266729092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3586423969909892344/posts/default/4530735362266729092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/2009/03/reformar-igreja.html' title='Reformar a Igreja?'/><author><name>História EaD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17071837245437740328</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_CYJX5yJiqjI/S0R8QLEqsiI/AAAAAAAAAFY/GZ0oyr1eG9Q/S220/log.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3586423969909892344.post-8172980792877806543</id><published>2009-03-26T14:36:00.000-07:00</published><updated>2009-04-01T14:10:32.913-07:00</updated><title type='text'>A VOZ DO POVO É A VOZ DO "DIABO"!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://farm3.static.flickr.com/2001/2481976928_67012f2b23.jpg?v=0"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 344px; CURSOR: hand; HEIGHT: 457px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://farm3.static.flickr.com/2001/2481976928_67012f2b23.jpg?v=0" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Por Robson Negrão de Silos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostaria de refletir um pouco sobre a crença na voz da maioria, na voz das "pessoas" sem levar em conta a verdade sobre a realidade, e como esse "fenômeno" funciona no nosso cotiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe uma cultura relativista e ceticista que permeia nossa sociedade, uma idéia de dúvida permanente, fruto de um conceito pós-moderno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho estudado e me interessado sobre a diversas formas de políticas na história, comportamentos humanos e idéias gerais (epistemologia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percebi que as idéias, os conceitos e as formas de pensamentos humanos foram se desenvolvendo e passando por variadas transformações sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde que os gregos inventaram a filosofia (séc. VI a.C.) o pensamento racional eclodiu do mundo dos mitos, das alegorias imaginativas, dos símbolos delirantes das mentes criativas de uma comunidade em ponto de ebulição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E essa ebulição de idéias se desprende do "sagrado" derramando sobre as mentes as lavas quentes do pensamento político racional - o nascimento da razão e do bom governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oliver Nay conceituado professor de História diz: "...com a filosofia os gregos inventam a razão, forjam a idéia de que a faculdade de julgar o homem escapa à potência da religião e dos mitos."&lt;br /&gt;Os gregos então inventam numerosas noções políticas que para o nosso contexto são muito comuns: a igualdade, a cidadania, a liberdade, o direito, a lei, a participação, o equilibrio...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso que toda essa transformação social, política e intelectual do passado traz sérios reflexos em nossa sociedade pós-moderna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas entendo também que o homem da atualidade é um homem fraco intelectualmente, emocionalmente e espiritualmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tornou-se fraco por não buscar não somente uma "gnose" sobre si, mas por não buscar transcender o pensamento na interpretação do passado vivendo o presente e tentando discernir o futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concluindo meu pensamento, após ler a apostila que recebemos do curso de história (Produção do conhecimento histórico) citando o seguinte: "...o mapa e o status do conhecimento estão sendo retraçados e redescritos..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre tive a sensação (antes de iniciar esse fascinante curso de História) que estamos vivenciando uma influência no mundo das idéias...dentre elas cito 3 fatores preponderantes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1-A Privatização - o início do individualismo doentio, "cada um na sua"...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2-A Pluralização -o mundo das escolhas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3-A Secularização - o fim do sagrado...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3586423969909892344-8172980792877806543?l=ideiasepoliticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/feeds/8172980792877806543/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/2009/03/voz-do-povo-e-voz-do-diabo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3586423969909892344/posts/default/8172980792877806543'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3586423969909892344/posts/default/8172980792877806543'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/2009/03/voz-do-povo-e-voz-do-diabo.html' title='A VOZ DO POVO É A VOZ DO &quot;DIABO&quot;!'/><author><name>História EaD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17071837245437740328</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_CYJX5yJiqjI/S0R8QLEqsiI/AAAAAAAAAFY/GZ0oyr1eG9Q/S220/log.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3586423969909892344.post-8737247526428679189</id><published>2009-03-26T12:54:00.000-07:00</published><updated>2009-04-01T14:12:20.383-07:00</updated><title type='text'>A FILOSOFIA ASSASSINA DE FOUCAULT</title><content type='html'>Por &lt;a href="http://farm4.static.flickr.com/3063/2892590346_e7cfd9fd49.jpg?v=0"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 261px; CURSOR: hand; HEIGHT: 391px" alt="" src="http://farm4.static.flickr.com/3063/2892590346_e7cfd9fd49.jpg?v=0" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Fernando F Nicolazzi&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Escrever sobreas histórias praticadas por MichelFoucault é adentrar num espaço incerto, por muitos percorrido e das mais diversas formas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A enorme variedade de pesquisas sobre o pensador francês deixa clara a dificuldade inerente a um estudo de seu pensamento. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A quantidade de textos escritos por Foucault, bem como a diversidade (livros, entrevistas, debates, lectures, aulas, etc.), não permite ao seu estudioso uma fácil sistematização da sua obra – mesmo este simples termo só pode ser escrito com muita suspeita. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O caminho que é comumente seguido é o da periodização dos escritos coincidindo com um tema em comum. Assim, classifica-se a obra da maneira costumeira: na década de 60, textos arqueológicos que têm por tema o saber; textos genealógicos nos anos 70, tematizando o poder; e, por fim, nos anos derradeiros de sua vida, textos arqueogenealógicos preocupados com a questão do sujeito.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Outra forma de sistematização é levar ao pé da letra algumas colocações de Foucault, feitas em entrevistas do fim dos anos 70 e início dos 80, na tentativa de resumir o seu projeto intelectual. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Segundo elas, todos os seus estudos têm como ponto de convergência uma preocupação com a verdade e, por conseguinte, com o sujeito: a desubjetivação do louco, o assujeitamento nas prisões e a constituição do sujeito na Grécia Antiga. Nesse sentido, o estudo sobre o pensamento do filósofo de Poitiers teria que entender a forma como o tema do sujeito foi por ele tratado em seus muitos e diferentes escritos, seja na relação com o saber, seja com o poder, ou ainda com a própria verdade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Acusado de assassinar a história, pois não oferece qualquer causalidade entre duas epistèmês sucessivas mostrando nada mais que imobilidades desprovidas de sujeitos, Foucault respondeu em tom irônico: "não se assassina a história, mas assassinar a história dos filósofos, esta sim eu quero assassinar". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E o que seria esta história dos filósofos que sua arqueologia recusa tão veemente? "A história para filósofos é uma espécie de grande e vasta continuidade onde vêm se emaranhar a liberdade dos indivíduos e as determinações econômicas ou sociais". É, deste modo, em recusa a este tipo de história quase mitológica da continuidade onde se emaranham liberdades individuais e causalidades sociais que a arqueologia de Foucault vem se colocar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;texto retirado Fernando F. NicolazziMestrando - UFRGS&lt;br /&gt;Robson Negrão de Silos&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3586423969909892344-8737247526428679189?l=ideiasepoliticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/feeds/8737247526428679189/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/2009/03/filosofia-assassina-de-foucault.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3586423969909892344/posts/default/8737247526428679189'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3586423969909892344/posts/default/8737247526428679189'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ideiasepoliticas.blogspot.com/2009/03/filosofia-assassina-de-foucault.html' title='A FILOSOFIA ASSASSINA DE FOUCAULT'/><author><name>História EaD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17071837245437740328</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_CYJX5yJiqjI/S0R8QLEqsiI/AAAAAAAAAFY/GZ0oyr1eG9Q/S220/log.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
